Toda foto carrega metadados escondidos: as coordenadas de GPS de onde você tirou, o número de série da câmera, a hora exata e às vezes até uma miniatura do original. Solte uma foto para ver o que ela está entregando — e depois apague.
JPG, PNG, HEIC ou WebP. A gente lê os blocos EXIF, IPTC e XMP e mostra tudo o que tem dentro.
Coordenadas de GPS marcadas no mapa. Marca, modelo e lente da câmera. A data em que foi tirada. O programa usado. E tudo o mais que a câmera ou o app deixou embutido.
Um botão apaga todos os metadados e recodifica a foto. Os pixels ficam idênticos — só as tags escondidas somem.
Foto avulsa: use esta ferramenta. O rolo da câmera inteiro? Aí entra o SwipePhotos, que trabalha direto na sua biblioteca do Apple Photos — sem exportar e reimportar nada. Num fim de semana você desliza por anos de sequências e duplicatas. Tudo 100% no aparelho.
EXIF (Exchangeable Image File Format) é um bloco de metadados embutido nas suas fotos: coordenadas de GPS, modelo da câmera, lente, exposição, hora e às vezes até uma miniatura. É ótimo para organizar a sua própria biblioteca — mas vaza informação pessoal na hora que você publica a foto.
A maioria das redes (Instagram, Facebook, Twitter) tira o EXIF quando você sobe a foto. Já o envio direto (e-mail, iMessage, transferência de arquivo) e boa parte dos blogs não tiram nada. Se você vai publicar no seu próprio site ou vender fotos, apague o EXIF antes.
Muitas vezes dá — a tag 'Software' vai aparecer como 'Adobe Photoshop 2026' ou algo do tipo. Alguns apps ainda escrevem blocos XMP descrevendo as edições. Mas atenção: essa tag pode ser apagada ou forjada, então não vale como prova pericial.
Não — ele tira só o bloco de metadados. Os pixels ficam intactos. Em JPG/PNG/WebP, o arquivo encolhe um pouquinho (alguns KB).
O app da câmera salva onde você está na hora que tira a foto (Ajustes → Privacidade → Serviços de Localização → Câmera). Você pode desligar isso daqui pra frente, mas as fotos antigas já estão com tudo embutido. Apague o EXIF antes de publicá-las.